MUITO LINDO!
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Voando por cima do planeta Terra.
Esse vídeo é realmente impressionante! Como diz um colega meu da faculdade: "coisa linda de Deus"
MUITO LINDO!
MUITO LINDO!
Arqueologia: está no sangue de todos nós!
Todos nós desde pequenos temos um lado aventureiro no sangue, na alma, sempre sonhamos em enfrentar florestas imensas, desertos perigosos, mergulhar no fundo do oceano, conhecer o espaço e etc. E muitos desses pequenos se espelham nos arqueólogos como aventureiros, por que nos filmes mostra o arqueólogo tendo muitas aventuras e enfrentando vários perigos, as crianças começam a amar aquilo e desejam se torna como o ator que viu nas telonas do cinema ou na telinha de sua televisão. Contudo, esses pequeninos não estavam pensando em se tornar atores e sim arqueólogos, pois, eles acham que a vida deste profissional é feito Indiana Jones, o "garoto propaganda" da Arqueologia, graças ao personagem, ao ator Harrison Ford e ao diretor Steven Spielberg, a Arqueologia cresceu bastante.
Entretando, nem sempre o que se passa nos cinemas é verídico, o filme Indiana Jones tem momentos que são irreais e muitas crianças pensam que é verdade, quando elas crescem e viram jovens começam a entender que algumas coisas do filme não existem e quando sabem que a Arqueologia não é somente aventura, desistem da profissão!
Porém, se muitos desistem, outros ainda continuam no sonho feito eu, desde pequeno queria ser arqueólogo, mas na minha cidade, Recife, não possuía o curso na UFPE e estava quase desistindo feito os demais, contudo, no ano de 2008 surge o curso de Arqueologia na UFPE e em 2009 prestei vestibular para o curso e graças a Deus conseguir passar! Não entrei em desilusão por que no mundo arqueológico não é somente aventura, é pesquisa, é estudo, é dedicação, é esforço, garra, luta, para conseguir seus objetivos. É claro que tem umas aventurinhas, sendo que, não é somente diversão, é ciência, e o arqueólogo tem que passar de determinadas barreiras para concluir sua pesquisa.
Ainda sou um acadêmico, estou "verde" no ramo, contudo, posso relatar a vida do profissional de Arqueologia para pessoas que pensam em tentar vestibular para esse maravilhoso curso e também ajudar amigos estudantes em pesquisas científicas.
E por fim, o principal objetivo deste blog é fazer da Arqueologia uma profissão de grande importância, pois, nós futuros arqueólogos não vamos ser meros exploradores, e sim grandes parceiros da Ciência!
Danger! Emprego tenso!

Nas entranhas de uma usina nuclear, a poucos metros do núcleo do reator, existem áreas tão radioativas que apenas trabalhadores especialmente treinados são autorizados a entrar.Eles podem ficar apenas poucos minutos antes que a exposição chegue a níveis perigosamente elevados e ofereçam ameaça à sua segurança. Alguém tem que entrar para a instalação de uma barragem que impede a água de reentrar no gerador, enquanto os reparos e inspeções são feitas.
Entenda como é o processo da Tsunami

O que está acontecendo no Japão é algo realmente trágico, um terremoto de escala de 8.9 Richter e logo depois uma Tsunami arrasou a cidade japonesa de Sendai. Acredito que o povo japonês vai se recuperar, é uma nação guerreira que já se ergueu das cinzas várias vezes, visto as Bombas de Hiroshima e Nagazaki como exemplo.
Pois bem, depois desse acontecimento, quero que os internautas do Toupeira Violenta entenda como é o processo da formação das Tsunamis.
Um tsunami ou maremoto é uma série das ondas de água causada pelo deslocamento de um grande volume de um corpo de água, como um oceano ou um grande lago. Tsunamis são uma ocorrência frequente no Japão; aproximadamente 195 eventos desse tipo foram registrados.Devido aos imensos volumes de água e energia envolvidos, tsunamis podem devastar regiões costeiras. Acidentes podem ocorrer de forma elevada, visto que as ondas se movem mais rapidamente do que os seres humanos.
Terremotos, erupções vulcânicas e outras explosões submarinas (detonações de artefatos nucleares no mar), deslizamentos de terra e outros movimentos de massa, impactos bólidos, e outros distúrbios acima ou abaixo da água têm o potencial para gerar um tsunami.
Um tsunami pode ser gerado quando os limites de placas tectônicas convergentes ou destrutivas movem-se abruptamente e deslocam verticalmente a água sobrejacente. É muito improvável que esses movimentos podem formar-se em limites divergentes (construtivo) ou conservativos das placas tectônicas. Isso ocorre porque os limites construtivos ou conservadores em geral não perturbam o deslocamento vertical da coluna de água. Terremotos relacionados a zona de subducção geram a maioria dos tsunamis.
Tsunamis têm uma pequena amplitude (altura da onda) em alto mar e um comprimento de onda muito longo (muitas vezes centenas de quilômetros de comprimento), sendo por isso que geralmente passam despercebidos no mar, formando apenas uma ligeira ondulação de normalmente cerca de 300 milímetros (12 pol) acima do normal superfície do mar. Eles crescem em altura quando atingem águas mais rasas, em um processo de empolamento da onda descrito abaixo. Um tsunami pode ocorrer em qualquer estado de maré e até mesmo na maré baixa ainda pode inundar áreas costeiras.
Características:
Enquanto ondas de vento diárias tem um comprimento de onda (de crista a crista) de cerca de 100 metros e uma altura de aproximadamente 2 metros, um tsunami no oceano profundo tem um comprimento de onda de cerca de 200 km. Essa onda viaja mais de 800 km/h, mas devido ao enorme comprimento de onda a oscilação da onda em qualquer ponto tem 20 ou 30 minutos para completar um ciclo e tem uma amplitude de apenas 1 metro. Isso torna difícil detectar tsunamis sobre águas profundas. Navios raramente notam a sua passagem.
À medida que o tsunami se aproxima da costa e as águas se tornam rasas, o empolamento da onda comprime a onda e sua velocidade diminui abaixo de 80 km/h. Seu comprimento de onda diminui para menos de 20 km e sua amplitude cresce enormemente, produzindo uma onda claramente visível. Desde que a onda ainda tenha esse longo comprimento de onda, a tsunami pode levar alguns minutos para chegar a altura máxima. Exceto para os tsunamis muito maiores, a onda ao se aproximar não quebra, mas aparece como um movimento rápido macaréu.Baías abertas e zonas costeiras adjacentes às águas muito profundas podem moldar o tsunami de forma a deixá-lo ainda mais alto.
O aumento do nível da água causado pelo tsunami é medido em metros acima do nível do mar. Um grande tsunami pode apresentar várias ondas que chegam durante um período de horas, com um tempo significativo entre as cristas das ondas. A primeira onda a chegar à praia pode não trazer o maior aumento do nível das águas.
Cerca de 80% dos tsunamis ocorrem no Oceano Pacífico, mas são possíveis de acontecer onde há grandes massas de água, incluindo lagos. Podem ser causados por deslizamentos de terra, explosões vulcânicas, atividade sísmica e bólidos.
FONTE: WIKIPEDIA
O mundo foi criado, afirma cientista cristão.

FONTE DA POSTAGEM: http://www.lucaspds.blogspot.com/2011/02/e-possivel-provar-que-o-mundo-foi.html
Durante a exposição de seu tema, o professor e cientista criacionista lembrou que a cada pesquisa feita a respeito das condições para que haja vida na terra, são descobertos mais fatores fundamentais para confirmar o fenômeno. ”Se [a terra] fosse um pouco mais próxima do sol, a vida não existiria; um pouco mais distante do sol, a vida não existiria; girando um pouco mais rápido, a vida não existiria; girando um pouco mais devagar, a vida não existiria; se um pouco da proporção dos gases na atmosfera fosse mudada, a vida não existiria, e algumas poucas características dos solos fossem mudadas, a vida também não existiria. São vários fatores, praticamente todos eles, relacionados diretamente com a questão da existência da vida. Quando nós temos um número grande de coincidências, a probabilidade delas terem ocorrido simultaneamente, por meio de processos naturais, é muito pequena”, concluiu.
Teorias científicas como o Big Bang, a datação da idade da terra e a macro-evolução foram questionadas pelo cientista, que ainda chamou a atenção para a real complexidade do debate entre os dois temas. ”A situação torna-se um pouco mais complexa do que simplesmente olharmos o assunto e falarmos: ‘é uma discussão entre criação e evolução’. (…) Nós não conseguiríamos esclarecer tudo nesta tarde”, afirmou.
Big Bang
Citando os estudos feitos pelo Dr. Russell Humphreys, o professor Adauto expôs algumas descobertas feitas pelo pesquisador norte-americano, que resultam em provas que contradizem a teoria do Big Bang. Russel descobriu que as galáxias agrupam-se de acordo com a semelhança de seus desvios espectográficos. ”O trabalho que ele realizou a respeito disso foi fascinante, mostrando que existe a possibilidade altíssima do universo ter um centro e do centro estar muito próximo da nossa galáxia. Isso tem sido um ponto de muita discussão, principalmente no estudo feito com as galáxias, no qual 98% delas aparecem com a luz ligeiramente avermelhada. Esse desvio espectográfico pode ser interpretado como se elas estivessem se afastando de nós. Se o universo possui realmente uma direção preferencial, obviamente a teoria do Big Bang precisaria ser reformulada ou reposta. Segundo a teoria do Big Bang o universo não poderia ter uma direção preferencial”, explicou o criacionista.
A Terra é mais nova do que se imagina
O professor Adauto Lourenço também contestou a datação da idade da Terra. Segundo o palestrante, fatores como o constante distanciamento da Lua em relação à Terra ajudam a provar que esta não poderia ter os 4,6 bilhões de anos, como afirma a teoria evolucionista. O raciocínio apresentado pelo criacionista baseia-se em equações conhecidas pela Ciência e também aceitas pelos evolucionistas, considerando as seguintes evidências: o afastamento medido entre a Terra e Lua (3,82 cm por ano); distância entre a Terra e a Lua (praticamente 384,403 km); oscilação média das marés (0,75cm); tempo de rotação da Terra: (23h56min4,09s). ”Se fizermos um cálculo retroativo, sabendo que ela (a Lua) está se afastando, então, no passado, ela deveria estar pelo menos muito mais próxima da terra. (…) É interessante porque se contarmos há aproximadamente um bilhão de anos, a Lua estaria há menos de 15 mil quilômetros da Terra. Isso implica que se a Terra já tivesse oceanos, a altura média da maré seria e 11.700 metros e sua rotação há praticamente 1,2 bilhão de anos seria de 4h57min. Vida não teria existido nessas condições”, concluiu.
Como falar do planeta Terra há quatro bilhões de anos? Esta foi a pergunta feita ao final de sua explanação a respeito do distanciamento entre a Terra e a Lua. O palestrante expôs o fato de não haver a possibilidade de vida ter existido na Terra há aproximadamente 4 bilhões de anos. ”Sei que existem várias teorias a respeito da origem da Lua. Mas a órbita da Lua em relação a terra é muito circular. Se ela tivesse sido literalmente capturada pela Terra, ela teria que ter uma velocidade muito pequena ao passar pela proximidades da Terra para ser capturada pelo campo gravitacional. Praticamente, os modelos que têm sido utilizados mostram que quatro bilhões de anos não teriam dado tempo nem que ela estivesse na órbita atual. Este é apenas um dos muitos problemas a serem trabalhados, relacionados com a datação. Como explicar vida no planeta terra a 3,5 bilhões de anos? Num sistema como esse, de placas tectônicas com uma proximidade tão grande da Lua, elas se partiriam. Nós teríamos praticamente sistemas que, tecnicamente estariam flutuando dentro de lava / magma”, lembrou.
Dificuldades
Em entrevista exclusiva ao Guia-me, Adauto falou mais sobre as dificuldades de se instalar um ensino criacionista nas escolas brasileiras e quais fatores podem ser listados como barreiras ao criacionismo. Segundo o cientista, as críticas direcionadas à posição criacionista estão sendo feitas de forma errada. Avalia-se o criacionismo, baseando-se nas suas implicações religiosas e não pelas suas propostas científicas. “A parte religiosa não é testável. (…)O criacionismo trabalha especificamente nesta questão: ‘É possível provar cientificamente que o mundo foi criado? Sim!’; ‘É possível provar cientificamente quem criou o mundo? Não!’ Portanto, dizer que o criacionismo está tentando provar que Deus criou o mundo, não é verdade”, atestou o pesquisador.
Erros nas tentativas de se colocar o ensino criacionista nas instituições educacionais também foram apontados por Adauto Lourenço. O cientista afirmou que o criacionismo deve ser tido sempre como uma linha científica. ”Realmente, eu não posso numa aula de biologia – que é uma aula de ciência – ensinar que Deus criou o mundo. Na aula de biologia, eu tenho que ensinar como a vida teria surgido e como ela teria se desenvolvido. Agora, é possível mostrar que a vida foi criada pronta, completa, complexa, com uma capacidade de adaptação básica? Claro que sim. Temos evidência para isso? Claro que sim. Esse é o ponto principal: nós estamos puxando novamente nesta direção. Queremos ensinar o criacionismo científico e não o religioso. A dificuldade maior, portanto, está sendo desassociar a idéia de que criacionismo é religião”, lembrou.








